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16
dez

UNAMIBB envia representação à CVM

Baseada na decisão inédita da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que puniu a Petros por eleger representante dos acionistas minoritários para o Conselho de Administração da Petrobrás, a UNAMIBB entrou com representação junto àquela entidade. A intenção é fazer com que a Previ se abstenha nas eleições para indicação do representante dos minoritários. A justifi cativa é que o presidente dessa entidade é indicado pelo presidente do Banco do Brasil, que por sua vez é indicado pelo controlador (Tesouro Nacional),
e portanto não há isenção. Permitir que a Previ vote como minoritário é exercer a influência do majoritário na escolha.

A CVM já colocou por escrito e deixou claro que, nos casos das companhias com controlador definido, os minoritários poderão indicar seus representantes para os conselhos de administração e fi scal sem a interferência de  “quaisquer acionistas que não se insiram
no conceito de minoria que a lei buscou proteger”.  Na prática, significa que além dos controladores, “também não devem participar pessoas vinculadas a eles” na indicação dos nomes dos acionistas de mercado.

Anexando cópia da Ata da AGO de 29/04/2014, a UNAMIBB mostra que o preposto da Previ votou como minoritário. Em situação de denúncia semelhante, no passado os administradores da Previ reiteradamente afirmaram que não orientam votos de seus conselheiros.
Mas o projeto Belo Monte está expondo uma séria controvérsia nessa questão. Mesmo não orientando voto, a Previ vincula o conselheiro de tal forma que ele perde o cargo se tiver razões próprias para desaprovar o que os controladores aprovaram Previamente. De sorte que, falta com a verdade aquele Fundo de Pensão.

A questão é que, quando um preposto da Previ vota em uma matéria no Conselho de Administração do Banco do Brasil o faz seguindo orientação do Presidente da Previ que, por sua vez, traz consigo a orientação de quem o nomeou, ou seja, o Presidente do próprio Banco do Brasil.

Assim é que questionamos a legitimidade e a isenção dessa representação da Previ como representante de minoritário nos Conselhos de Administração e Fiscal do Banco. Trata-se, repetimos, de uma relação incestuosa, espúria, que atende somente os interesses do acionista controlador.

4
dez

Tesouro segura pagamentos de R$ 8 bi ao Banco do Brasil

O governo está atrasando os repasses feitos ao Banco do Brasil para bancar juros mais baixos em financiamentos aos produtores rurais.

A dívida do Tesouro Nacional com o banco fechou o primeiro semestre em R$ 7,943 bilhões, quase o dobro dos R$ 4,158 bilhões registrados no fim de junho de 2013, segundo balanço do BB, divulgado na semana passada. O BB fechou o ano passado com R$ 6,333 bilhões nessa “conta”.

Atrasos nos repasses aos bancos oficiais contribuem para melhorar as contas do governo porque, ao adiar esses repasses, o Tesouro aumenta, pelo menos no resultado mensal, o superávit primário – a economia do governo para o pagamento da dívida. Os bancos têm contratos com o Tesouro, mas esses termos não obrigam o governo a ser pontual nos pagamentos. Nesses casos, a dívida a ser paga é remunerada pela taxa Selic, hoje em 11% ao ano.

Em nota, o Banco do Brasil informou que “as relações com o Tesouro são expressas em contrato de prestação de serviços que abrange inclusive os processos de equalização do crédito rural”.

Apuração

A vice-presidente da União Nacional dos Acionistas Minoritários do Banco do Brasil (Unamibb), Isa Musa de Noronha, disse que fará uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo a apuração dessa prática.

“O governo quer fazer do BB o seu caixa. Não temos mais conta movimento. Essa história de que o BB nunca vai quebrar não procede. Se apertar demais, uma hora a torneira seca.”

O problema não passou despercebido aos produtores agrícolas. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Brasil (Aprosoja), Almir Dalpasquale, afirmou que a oferta de crédito via BB tem sido seletiva. A falta de financiamento da safra, disse, é mais sentida em Goiás, no Mato Grosso do Sul e Paraná. Dalpasquale afirmou que o ritmo lento de financiamento pelo BB foi um dos assuntos levados por entidades representantes do agronegócio ao ministro da Agricultura, Neri Geller. “Os bancos privados estão muito mais ágeis”, disse.

Caixa

O expediente refletido no balanço do BB repete estratégia usada na Caixa Econômica Federal, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo na última quarta-feira, 13. Tornaram-se frequentes, neste ano, os atrasos do Tesouro à Caixa para o pagamento de benefícios sociais, como o seguro-desemprego e o Bolsa Família. Os descompassos foram descobertos pela área de fiscalização do Banco Central, que exigiu explicações do banco. A Caixa pediu a abertura de um mecanismo de conciliação e arbitragem à Advocacia-Geral da União (AGU) para resolver o impasse.

À diferença da Caixa, o BB é uma empresa de economia mista com ações cotadas na Bolsa. O BB é responsável por 65% do crédito rural no Brasil. A carteira de agronegócios do banco encerrou o segundo trimestre com saldo de R$ 155,6 bilhões, expansão de 23,2% em relação ao mesmo período de 2013. No período, destaca-se o saldo de operações contratadas pelo Pronaf, programa destinado aos agricultores familiares (R$ 31,8 bilhões) e pelo Pronamp, de apoio ao médio produtor rural (R$ 20,2 bilhões), duas das linhas com subsídio do governo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

8
nov

BB tem Lucro Menor e Aumento do Calote

O lucro de R$ 2,78 bilhões do Banco do Brasil no terceiro trimestre ficou abaixo do que esperavam os analistas de mercado da Reuters. O vice-presidente de Gestão Financeira do BB,Ivan Monteiro, atribuiu o menor desempenho à Copa do Mundo, eleições e o atraso no plantio de algumas culturas por causa do clima.

Os eventos teriam atrapalhado a contratações assim como o baixo crescimento da economia onde “pessoa física e micro e pequenas empresas certamente são os segmentos mais vulneráveis em cenários econômicos desafiadores”, explicou o executivo. Quanto ao aumento da inadimplência – de 1,97 para 2,09 – Monteiro afirma que o fato não é uma tendência e espera a estabilidade e até a retração do calote no quarto e último trimestre.

8
nov

Desgaste com várias Denúncias pode afastar Presidente do BB

Desgastado com várias denúncias, o presidente do Banco do Brasil deverá ser substituído no comando da instituição. Os candidatos à eventual troca podem ser o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffareli, ou o atual vice-presidente de Negócios de Varejo, Alexandre Abreu.

E por falar em Bendine, o deputado Rubens Bueno (PPS/PR), líder do partido na Câmara, protocolou requerimento solicitando que a cúpula da Câmara envie ao ministro Guido Mantega (Fazenda) uma indicação para o cancelamento do empréstimo feito pelo Banco do Brasil à apresentadora de TV Val Marchiori.

8
nov

Decisões do STF podem ter Grandes Impactos aos Cofres Públicos

 

Estimativas da Advocacia Geral da União (AGU) mostram que o governo federal enfrenta três ações que podem ter um impacto de R$ 374 bilhões para os cofres públicos. Um dos processos é sobre a constitucionalidade dos planos econômicos das décadas de 1980 e 1990, o potencial de impacto para o sistema financeiro, de acordo com a AGU, seria de R$ 109 bilhões. Cerca de metade dessa conta envolve bancos públicos, a Caixa Econômica Federal e o BANCO DO BRASIL.

O segundo processo trata da desaposentadoria e recálculo do INSS sobre as contribuições no período trabalhado (R$ 69 bilhões). E o terceiro é sobre a inclusão do ICMS na base de cálculo da Cofins, onde estão em jogo R$ 250 bilhões.Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ministro Gilmar Mendes (STF) disse estar preocupado de que a Corte perca o papel de contrapeso institucional e passe a “cumprir e chancelar” as vontades do Executivo. Se for mesmo assim, o Planalto não tem com o que se preocupar.

 

Fontes: Valor Econômico e Folha de S. Paulo

8
nov

Baixo Crescimento não Inibe Lucro dos Bancos Particulares

O baixo crescimento econômico não afetou o lucro dos bancos privados. Juntos, os três maiores, Itaú, Bradesco e Santander lucraram R$ 27,4 bilhões de janeiro até setembro de 2014. Um dos fatores que contribuiu para o aumento do ganho financeiro foi o reajuste nos juros dos bancos públicos. A medida deixou livres os particulares que se sentiram livres para remarcarem suas tabelas.

30
set

Fique de Olho

Lançado no último dia 26 o novo extrato de tarifas do Banco do Brasil. Nele, o cliente poderá conferir e optar por pacotes que lhes sejam mais convenientes. O BB passa também a oferecer três novos pacotes de tarifas de acordo com as normas do Banco Central. O Extrato de Serviços está disponível nos canais eletrônicos (TAA, Internet e smartphone). Na internet, por exemplo, basta acessar a conta corrente, “Mais Transações”, “Extratos”, “Extrato de Serviços”, opção “Pacote de Serviços e Tarifas Avulsas – Mensal”. Para ler a notícia completa clique aqui.

30
set

Surpresa Boa

O Banco do Brasil surpreendeu favoravelmente o mercado financeiro ao divulgar o resultado do segundo trimestre. O lucro líquido apresentado, de R$ 7.47 bilhões, é cerca de duas vezes e meia maior do que no mesmo trimestre do ano anterior.
O resultado positivo foi impulsionado pela venda das ações da BB Seguridade. Já o lucro líquido ajustado ficou em R$ 2,63 bilhões e mostra uma queda de 11% em relação ao segundo semestre de 2012. De acordo com analistas da Reuters, esse resultado já era esperando.
Com esse lucro recorde, o BB vai pagar R$ 2,178 bilhões em dividendos. O valor dos rendimentos por cada ação será de R$ 0,7691186 atualizado pela Selic a partir de 30 de junho até 30 de agosto data marcada para o pagamento. A data limite para ex-dividendos é 23 de agosto.
A informação é do site Infomoney. Para ler a íntegra das notícias clique aqui e aqui.

30
set

Confiança

Apesar de a concorrência dotar uma postura mais conservadora, o Banco do Brasil está confiante na qualidade de sua carteira de crédito. De acordo com entrevista do presidente da Casa, Aldemir Bendine, o BB pretende expandir fortemente a oferta de crédito. O executivo rebate críticas e afirma que a inadimplência deve continuar caindo. No segundo trimestre, a inadimplência acima de 90 dias foi de 1,87% enquanto que no mesmo período do ano anterior o índice ficou em 2,19%. Clique aqui para ler a íntegra da notícia do site Infomoney.

28
set

Competição

De olho no mercado de micro seguros, o Banco do Brasil está disponibilizando essa nova modalidade. Denominada Proteção Familiar, a cobertura conta com proteção à vida, funeral além de diárias hospitalares em caso de acidente. Os custos variam de R$ 6 a R$ 11 e podem ser contratados diretamente nos terminais eletrônicos. O objetivo da BB Seguridade é atingir 30% da carteira de clientes do Banco do Brasil nas diversas opções de apólices.